Hoje pode ser o dia do adeus,

Tudo que fizemos não valeu nada,

Tudo que sentimos foi jogado ao relento,

Tudo que pensamos,

Tudo que queríamos compartilhar

Tudo e mais o que não pensamos

Mas poderia acontecer,

Mas hoje pode ser o dia de fazer tudo,

Se tudo de certo,

Vamos poder fazer,

Inventar,

Reinventar,

Nos perder de tantos

Nos achar...

 

Reflexão: Tudo



 Escrito por Orlando Silva Netto às 19h19
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Leoni - Alice (Não Escreva Aquela Carta De Amor)

Tantos sonhos morrem,
Em poucas palavras,
Um bilhete curto e já não a nada
Alice, não esqueça do nosso amor,
sera que eu tenho sempre que te lembrar
Todo dia, toda hora, eu te imploro por favor

Refrão:
Alice não escreva aquela carta de amor (2X)

Sempre tive medo das suas idéias
Porque você precisa ser tão sincera
Alice to treinando pra te enfrentar
Tenho mil motivos pra você me suportar
Fica mais uma semana, nesse tempo a gente engana

Refrão:
Alice não escreva aquela carta de amor (4X)

Todo mundo sabe de alguma coisa que eu não sei
De um filme que eu não vi
De uma aula que eu faltei
Por mais que eu tente eu nunca chego no horário
Eu perco tudo que eu ponho no armário
Tudo atrapalha o que eu faço
Mas pros outros parece tão facil

A fila que eu ando vai sempre andar mais devagar
O troco acaba bem na hora em que eu vou pagar
Se eu me distraio um único instante, pode apostar eu perco o
mais importante
Tudo atrapalha o que eu faço
Mas pros ostros parece tão facil

Os vizinhos devem rir por trás do jornal
Eu desconfio de um complô
O maior que já se armou
Uma conspiração internacional (2X)

Refrão?
Alice não escreva aquela carta de amor (4X)
hoje essa é uma musica queé a minha cara, da tudo errado...ahhaahah´só me fodo...hahaha
coisas da vida....
 


 Escrito por Orlando Silva Netto às 16h56
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Distante nesta indecisão,

Por que com eu?

Os fatos mostram que perdeu,

Por que com eu?

As reações se confundem,

Por que com eu?

Agora que estou aqui tudo acontece errado,

Por que com eu?

E as lagrima que caíram a noite?

Por que com eu?

E a despedida que será breve,

Por que com eu?

Na ultima meia hora ela não virá,

Por que com eu?

Por que sempre com eu?

 

Reflexão: pq com eu..



 Escrito por Orlando Silva Netto às 17h06
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Ao abrir o jornal,

A dor sufoca os classificados

De amor,

Dos perdidos que em linhas

Tentam achar amores,

Do amados na leitura

A espera da grande dama,

Da alma que não gêmea

Se perdeu na nevoa...

Aos amores alfabetizados,

Aos amores vivos nas

Paginas dos classificados,

Aos amores analfabetos

Só resta a visão,

A fala,

A panela que sem tampa não

Fica...

Aos amores

Alfa ou analfabetos,

Só resta a espera

A procura,

E que com sorte

Na vida

Vão se achar...

 

Reflexão: Alfa ou analfa



 Escrito por Orlando Silva Netto às 16h54
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Apenas uma questão de tempo,

As pedras no caminho somem,

A diferenças se assemelham,

Os opostos acham-se na atração,

As igualdades somam-se,

E a cada dia o ciclo se refaz...

 

breves pensamentos



 Escrito por Orlando Silva Netto às 15h32
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Um encontro,

Uma praça

Frente a frente estão,

Um com lagrimas

Outro com palavras,

Um com erros

O outro com perdão,

Um com duvidas

O outro solidão...

Breves pensamentos



 Escrito por Orlando Silva Netto às 04h09
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Na ultima meia hora você não veio,

O relógio não parou,

Na ultima meia hora a esperança

Desistiu,

Na ultima meia hora

O único que te esperava,

Era quem mais te amava

E por ti

Desesperadamente partiu,

Não levou nada,

Só saudades,

Não deixou nada,

Só a esperança

Que parada,

Segue olhando o relógio

Que não parou...

 

Reflexão: Meia hora



 Escrito por Orlando Silva Netto às 03h41
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Estou com duvida, por algum motivo não esta mais saindo reflexões da minha cabeça, acho que estou voltado e este projeto, e vejo que daki a 3 meses vai fazer um ano de blog, e se dividir os dias do ano pelos comentários, chegarei a uma quase média de 5 visitas por dia, fico muito feliz, pois divulgo muito pouco meu blog, e no Brasil, onde se lê muito pouco, cinco seres perdem seu tempo útil para adentrar neste mundo de reflexões, entã, acho que escreverei meu breve romance e publicarei neste blog, não estou interessado nos fins comerciais que futuramente poderão existir, Sartre já diz que o escritor escreve, se vai ser bom ou ruim não depende dele, então daki algumas semanas tirarei o que escrevi até agora, para começar do zero, se não não vão entender nada, o começo do livro esta em Ourinhos, todo o original com as minhas fichas onde eu me acho, nome de quem e suas características estão todas lá, estou apenas escrevendo alguns ensaios, que vão acontecer, e se alguém quiser deixar uma sugestão pode deixar no decorrer da historia...

Se vocês não fossem assíduos curiosos eu não faria isto...

 Escrito por Orlando Silva Netto às 03h51
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Não sei o que pensar, onde ele pode querer me levar que possa ser tão mágico, tão sublime, até onde a confiança que tenho nele pode me levar?

Com tantas duvidas Bianca com  os ombros recolhidos a frente do corpo, e uma das sobrancelhas levantada diz:

-         Ta bom, confio em você – uma pausa-, vamos antes que eu desista.

O caminho era meio tortuoso, pois ficava em meio a uma serra, e cheia de curvas, mas o clima frio acentuava mais a vontade de querer ficarem abraçadinhos. Entre as curvas da estrada, alguns pontos era cheio de flores em volta, com alguns beijinhos, rosas, brancos amarelos, as acácias só podem ser vista sua copa ao fundo, o cheiro de dama da noite mostrava ao belo casal que a noite seria inesquecível.

Um leve monodialogo os acompanhava até o mirante.

-         A cada quilometro que passa esta mais frio Olavo.

-         É, você tem razão.

-         Fala comigo, estou com frio, um deste na barriga só pra tentar adivinhar o que me espera no alto do mirante e você não me fala nada.

-         Espera, já estamos chegando. Sinta o cheiro da dama da noite e se acalme.

-         Ta bom, já estou fazendo isso faz tempo.



 Escrito por Orlando Silva Netto às 03h41
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errata: não é osvaldo, é Olavo

muito menos bianca, é Clarice.



 Escrito por Orlando Silva Netto às 03h40
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Algumas curiosidades de hoje, estava eu mexendo nos meus envelopes onde guardo algumas coisas, algumas cartas, alguns recortes, tenho uns 6 envelopes com nome, entre bilhetes a recortes e mega livro, alguns originais de poemas meu, a maioria é rascunho, tenho também algumas cartas que escrevi para Mariângela, e alguns poemas que fiz pra ela, só fazendo uma breve lembrança, em ultima carta que escrevi a ela, disse que tinha escrito 17 poemas pensando nela, menti, escrevi 16 ou 15, tem um que eu escrevi pensando na Bruna, amiga da minha prima, no meio de uma paixão de 6 meses e 5 dias, que terminou dia 6 de setembro, uma das curiosidades era que estava passando a novela laços de família, e o Edu recitava um poema a Camila, este poema é o Só tu, de Paulo Setúbal (1893-1937), eu lembro que assistia a nove só esperando a parte que o Edu recita o poema, e não tinha cabeça para gravar, ai em uma revista de fofocas que minha avó comprou eu achei, e coloquei em uma das cartas que escrevi a Mariângela, la vai:

 

Só tu

De todas que me beijaram,

De todas que me abraçaram,

Já não me lembro, nem sei!

São tantas as que me amaram,

São tantas as que eu amei!

Mas tu – que rude contraste!

Tu que jamais me beijaste

Tu - que jamais abracei,

Só tu nesta alma ficaste

De todas as que eu amei.

Em uma carta de despedida, onde digo que mesmo não conseguindo o que pretendia ficava feliz pelo que tinha vivido, mentira, tava com uma raiva du caralho, fui mais romântico que jamais pensei, bom, Mariângela foi uma paixão sem igual, depois dela nunca amei intensamente outra pessoa, não consigo mergulhar de cabeça como fiz com ela, com as outras que vieram eu sempre tive receio de agradar muito, de escrever, de tudo.

O que mais me magoou em Mariângela foi o fato de ela nunca ter conversado comigo, ela me tratava como um ser qualquer, sabia que eu gostava dela, mas nem na sala ou em outro lugar qualquer ela falava comigo, mó raiva, nunca fui tão negado por uma mulher assim, ela superou os extremos, minha maior paixão de se jogar de cabeça e minha maior frustração, nunca me senti tão lixo quando no tempo que eu gostei dela, mas a vida fez questão de amenizar as coisas, não sinto mais nada por ela, e fico feliz de ter escrito coisa tão lindas como as que escrevi, hoje eu me sinto um ser muito pé atrás, que esconde de quem gosta, vive atritos internos, sempre a emoção brigando com a razão, e quem perde com isso é a pessoa que esta ao meu lado, pois poucas vezes sou uma pessoa carinhosa, um erro, o outro erro é saber que profissional vou bem, emocional vou muito mal, não sei por que, talvez o mito do amor romântico, das lendas triste, só depois de muito sofrimento se chega ao amor doente e verdadeiro, será? Sou contra amores que não te deixa ter um pouco de razão, amor escravo, amor que um dia eu amei. 

E outra curiosidade achada em meus pertences, foi uma carta de uma admiradora secreta minha, do dia 20/02/2001, porra o foda é que eu não lembro quem me escreveu, talvez eu lembre, uma cidadã que sentava no fundo da sala, ai eu lembrei de uma moça da minha sala, já no final do terceiro ano, ela queria sair comigo, mas eu não sai, não sei por que.

Outra coisa achada é da novela o cravo e a rosa, onde aparece a Catarina e o Petrucchio (acho que é assim que escreve) se engalfinhando e uma frase:

“ O amor sendo cego, os enamorados não podem ver as loucuras que cometem” (Shakespeare)

 Escrito por Orlando Silva Netto às 03h36
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Em um passo de mágica, Bianca da menina largada, das que ao simples olhar perceber-se-á que é linda, mas não gosta de se arrumar, o grande encontro se aproxima da hora, e a cada segundo bate mais rapido o coração, as palavras não saem da boca, a mão sua e treme, as pernas falta força, na cabeça em meio de suas imaginações fica, e tenta detalhadamente tentar prever, mas não imagina que o destino pode intervir e com os seus planos mudar.

- Bianca, Bianca, telefone pra você, é o Osvaldo!!!

- Alo! Com a voz tremula.

- Ou Bianca, tudo bem, você já esta pronta?

- É, ainda não, mas não me demorarei, vai me dizer que você já esta vindo pra cá?

- A minha idéia é desligar o telefone e em alguns minutos tocar a campainha da sua casa pra gente sair.

- Da mais um tempinho, mais meia hora e eu já estarei pronta, ok?

- Sim, então eu passarei na casa do Augusto pra entregar um livro e já passarei na sua casa, ta bom?

- Vai lá, mas não demora ta?

Com tanta coisa acontecendo não consegue pensar muito, apenas tenta controlar as gargalhadas pois alem de não entender a meia hora que Bianca pediu, agora não liga a idéia de não demorar muito na casa do amigo. Quem entende as mulheres, este ser de inconstantes, de mudanças bruscas a calmarias, quem as entende.

- Você falou alguma coisa?

- Há não, desculpa, estava pensando alto.

- Então, vou lá entregar o livro e já estou passando ai ta.

- Bjão.

- Vê se não vai fugir quando eu tocar a campainha da sua casa ta. Um tom de quem segura as gargalhadas.

- Esta bem Zé graça.Bjão então.

- E vê se não demora muito.

Ao bater dos telefones no gancho, Bianca vai em frente ao espelho para retocar o que acha que sempre esta imperfeito. Osvaldo apressadamente pega o livro, e no meio do caminho percebe que esqueceu de passar o seu perfume. Como todo adolescente corre ao maximo com o carro para não se atrasar mais. Entregando o livro na casa de seu amigo, e com um mono dialogo, seu livro e tchau, passa na sua casa, e usa o tão esperado perfume, que em outra ocasião Bianca falou que tanto gostava.

Ao se deparar com a casa do seu futuro e lindo amor, o coração já começou a bater mais forte, não se continha de tanta felicidade, e ao atravessar o canteiro até chegar na porta e tocar a campainha, varias coisas passou em sua cabeça, desde trechos de poemas, a coisa ruins que poderiam acontecer. O dinm-dom que mais o fez tremer.

- Oi seu Marcelo, a Bianca esta?

- Entre Osvaldo, ela esta no quarto, vá pessoalmente chamá-la.

Mesmo com todo a educação, Osvaldo sentia medo do pai de sua paixão, pois a altura o a voz grossa que o mesmo tinha o fazia tremer da cabeça aos pés, mas todo medo é superado, mesmo sem forças na perna de tanto que estava nervoso, ele foi, com receio mais foi.

- Oi Bianca, você já esta pronta?

- Sim. - Então podemos ir né?

- Não, primeiro você vai falar com o meu pai, ele quer saber de tudo. Ao mesmo tempo tentava segurar pois estava quase rindo.

Neste exato momento, não faltava mais nada para acontecer, não passava mais nada em sua cabeça, pois não já tinha esquecido ate onde ia leva-la, e por um minuto ficou queto.

- Estou brincando, é só pra ver se você ainda tem medo do meu pai.

- Você gosta de fazer isso comigo né.

(...........)

A cinco minutos rodando e ambos sem saber a qual rumo seguir, uma proposta inesperada surpreende a moça.

- Posso te perguntar algo?

- Lógico que pode.

- Eu queria te levar pra um lugar lindo, mas acho que você não iria comigo.

- E onde seria este lugar lindo?

- Eu não vou fazer nada que você não queira, pode ficar despreocupada.

- Se você me falar onde é este lugar, eu posso dizer sim ou não.

- Neste lugar você verá estrelas, apenas isso.

- Não estou gostando nada deste papo, seja mais claro.

- Você gosta de mim, pelo menos o mínimo para confiar em mim?

- Lógico que eu gosto, mas quero saber onde esta me levando.

- Olhe ao seu redor, olhe a cima de você, olhe o tempo, consegue contar as estrelas no céu hoje?

- Lógico que consigo, pois o tempo esta bom, e o céu não esta com nuvens, mas até onde essa conversa estranha vai nos levar.

- Bom, eu pretendo te levar ao mirante Alto Paraíso.

- Vamos?



 Escrito por Orlando Silva Netto às 04h19
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Um dia as linhas das

Mãos se cruzam,

As mechas de cabelos

Brancos ficam...

Um dia a paciência e

Os netos chegam...

Um dia...

Um dia...

Reflexão: um dia

 Escrito por Orlando Silva Netto às 04h17
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Ela esta lá,

Mas no seu rosto

Fugiu,

Ela se escondeu,

Preferiu sofrer,

Ela reviveu,

Ela renasceu,

Mas apenas seu amor

É do passado,

O amor de que tentou

Fugir, se esconder

E sofrer, mas que por

Este apenas fez perceber

Que a pessoa que sempre

Amou, foi aquele que

Sempre negou...

Reflexão: fugiu



 Escrito por Orlando Silva Netto às 04h14
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Ó minha pequena saudade,

Um metro e cinqüenta e sete

De saudade, de pura saudade

Parece que foi ontem,

Parece que as brigas,

As desconfianças,

As tristezas no tempo ficou,

Mas os corpos separados

Faz sofrer grandes amores,

Não foi ontem que meus

Olhos choraram por ti,

Nem será apenas ontem as únicas vezes que por ti

Chorarão.

Um olhar,

Um tempo,

Um choração,

Uma canção...

Volta volta...

Volta........

Reflexão: 1,57 m



 Escrito por Orlando Silva Netto às 04h12
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